quarta-feira, junho 18, 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
inside guernica
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3tiqu3tas: animação, artistas gráficos, picasso, videos
quarta-feira, maio 07, 2008
enviar uma encomenda para inglaterra não deve ser assim tão caro
angolano é gerido por "criminosos". acontece aos melhores. a gente convida alguém para vir a nossa casa e o convidado desata a falar mal dos nossos parceiros de negócios. se o b.e.s. tivesse oferecido ao seu convidado, com alguma antecedência, os livros da paula bobone, o senhor já se saberia ter comportado. não sei porquê, quando li a notícia, lembrei-me deste trabalho da barbara kruger. as associações de ideias são uma coisa interessante.
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3tiqu3tas: artistas gráficos, barbara kruger, hipocrisias, money money, tiros no pé
domingo, maio 04, 2008
mater
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3tiqu3tas: almada negreiros, artistas gráficos, efemérides
domingo, abril 27, 2008
und3rmusic #12 hold on to yourself
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hold on to yourself é a sétima música no alinhamento de dig lazarus dig, o último álbum de nick cave com os seus bad seeds. num trabalho tão homogéneo, em que todas as músicas se poderiam destacar, foi esta que me "caiu no goto", pelo menos para já. a lírica, como sempre, vale por si mesmo.
i'm so far away from you
pacing up and down my room
does jesus only love a man who loses?
i turn on the radio
there's some cat on the saxophone
laying down a litany of excuses
there's madhouse longing in my baby's eyes
she rubs the lamp between her thighs
and hopes the genie comes out singing
she lives in some forgotten song
and moves like she is zombie-strong
breathes steady as the pendulum keeps swinging
you better hold on to yourself
well, cities rust and fall to ruin
factories close and cars go cruisin'
in around the borders of her vision
she says ooh
as jesus makes the flowers grow
all around the scene of her collision
tou know i would, yes, i would
i would hold on to yourself
in the middle of the night
i try my best to chase outside
the phantoms and the ghosts and fairy-girls
on 1001 nights like these
she mutters open sesame and ali baba and his forty thieves
launch her off the face of the world
you know one day i'll come back and I'd hold on to yourself
to yourself, i'd hold on to yourself
ooh baby, i'm a 1000 miles away
and i just don't know what to say
'cause jesus only loves a man who bruises
but darling, we can clearly see
it's all life and fire and lunacy
and excuses and excuses and excuses
well, you know if i could, i would
i'd lie right down and i'd hold on to yourself
yeah, i would lie right down and i would hold on to yourself
one day i'll come back to you and i'd hold on to yourself
yeah, i'm gonna come back, gonna lie down
and i would hold on to yourself
yeah, to yourself
imagem: genni, hold yourself together
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quinta-feira, abril 17, 2008
não podia estar mais de acordo, é por isso que o hugo é uma das minhas figuras de referência
"cultura universitária, cultura de massas, cultura esotérica, cultura aristocrática, cultura proletária (...). cada cultura tem os seus temas, as suas modas, os seus partidários.(...) o ideal parece-me consistir em ter professores que nos ensinem as bases, e depois fazermos nós próprios as nossas pesquisas, em total independência relativamente às ideias dominantes nos meios oficiais. na minha concepção, alguém que seja culto é necessariamente eclético: se apenas conhece o universo cultural a que pertence klingsor ou aqule a que pertence king kong, não é verdadeiramente culto. (...) o trabalho dos que contaram a história de perceval não me parece fundamentalmente diferente do trabalho dos que criaram king kong: os modos de expressão diferem, mas é o mesmo esforço de criatividade para contar uma história repleta de maravilhoso e ao mesmo tempo épica e poética. (...)
quanto a estabelecer uma hierarquia entre as diversas formas de expressão artística, isso parece-me impossível. assim, aqueles que dizem que a banda desenhada é um género intrinsecamente inferior ao romance avaliam a banda desenhada aplicando os critérios do romance, e nesse caso é evidente que não se pode senão chegar à conclusão que a banda desenhada é subliteratura. mas essa gente esquece-se, ou não sabe, que a banda desenhada tem o seu próprio código e que é apenas situando-se no interior desse código que se pode apreciá-la. (...)
essas reacções negativas vêm geralmente de mandarins da cultura de tipo universitário e nada têm de surpreendente, pois a cultura oficial é por natureza conservadora, e desde sempre desconfiou dos novos modos de expressão artística. no século 18 desprezava os romances e levou tempo a compreender que o cinema não é subteatro. acabará por se aperceber que a banda desenhada pode ser uma arte. esperemos que não ponha então a banda desenhada sob a sua tutela, erigindo-se em árbitro da sua estética e atribuindo-se o monopólio da sua exegese, o que teria como consequência fazer passar a banda desenhada de um gueto cultural para outro.
encontram-se coisas apaixonantes em cada tipo de cultura, e também muitas coisas sem interesse. o que é preciso é apropriarmo-nos do que há de mais pertinente em cada universo cultural, sem nos deixarmos encerrar em nenhum deles. é preciso ir ao fundamental. o resto são meras repetições, e portanto uma perda de tempo. fazer coexistir na minha cabeça diferentes culturas nunca me causou qualquer problema (...). só posso conceber uma vida intelectual assim, completamente livre."
hugo pratt in "o desejo de ser inútil - memória e reflexões" (entrevistas com dominique petitfaux), relógio d'água editores, 2005
imagem: hugo pratt, corto maltese - tango
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domingo, março 30, 2008
simpsenigma

desenho: adam simpson, 2004. sem título. desconcertante, é um dos adjectivos que me ocorre quando olho para os desenhos deste artista gráfico. mensagens não lineares, piscares de olho à complexidade da natureza humana. parece-nos que entendemos a mensagem, mas não conseguimos traduzi-la integralmente por palavras. o site de adam simpson, onde cheguei via (non) 2, merece uma visita demorada. fico curioso de saber a vossa (tentativa de) interpretação do desenho acima.
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quinta-feira, março 27, 2008
human zoo
será esta a perfeita imagem da humanidade? cada um na sua ilha, falando a sua própria linguagem, permanentes monólogos autistas?
imagem: human zoo, adam simpson
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sábado, janeiro 26, 2008
da vida das árvores #11
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sábado, dezembro 29, 2007
se não os podes vencer, junta-te a eles
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domingo, novembro 25, 2007
evasão #3
evening star III, 1917
nude VIII, 1917
blue and green music, 1919
music pink and blue II, 1919
red canna, 1923
from the lake I, 1924
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sábado, novembro 03, 2007
evasão #2
transpôr as barreiras do visível. beber as cores. projectar os labirintos do sonho, embalado por sons neuronais.

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quarta-feira, outubro 24, 2007
evasão #1
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